
Anderson Dias Site que conta a vida de um cidadão brasileiro, onde sempre lutou pela questão social em sua região.
Segunda-feira, Dezembro 01, 2003
Associação Cultural Alternativa da Zona Oeste Luzes, Câmera e Prevenção Grupo Amigos da Arte Casa das Maquinas
Anderson José da Silva Dias,
Em defesa da Criança e Adolescente
Nascido na década de 70 em Campo Grande Zona Oeste do Rio de Janeiro, Anderson Dias (Flamenguista com muito orgulho), uma criança Campograndense crescia vendo seu pai apaixonado pelo setor publico e desenvolvendo varias atividades sociais dentro do seu setor, assim convivendo com pessoas solidárias tornou-se um observador de boas condutas, cresceu nas quadras do Centro Esportivo Miécimo da Silva praticando basquetebol, onde inspirado pelo (Gigante Fernando) ¿in memória¿ tinha o sonho de ser considerado o melhor jogador brasileiro como seu Mestre Fernando, o basquete tornava-se uma filosofia de vida, onde na época não existia incentivo esportivo, desperdiço, pois o CEMS tinha jovens esportistas de altíssima qualidade, e esses jovens foram dispersando seu futuro e deixando de sonhar em ser atleta, e caindo na armadilha da vida, jovens enterravam-se em drogas e maus costumes . Anderson Dias Aprendeu muito cedo a trabalhar, e na escola sempre esteve a frente de inúmeras atividades, como representante de turma, sua maior meta sempre foi reivindicar propostas estabelecidas pelos seus colegas e alunos, era representatividade na rua, em casa e na escola, desta forma Anderson Dias entrava sem menos perceber no mundo da política. Alguns anos mais tarde a sua trajetória era marcada por uma parceria solidificada, ¿a união com seu irmão¿ Toni Carlos Dias, marcava o inicio da geração rock na Zona Oeste, através da paixão do Rock and¿ Roll, Anderson Dias levantou uma bandeira muito polemica, a bandeira Anti-drogas, assim instituiu o MAD (Movimento Anti Drogas), desta maneira juntou uma banda de rock com projeto social, onde a banda de rock, levava música de prevenção as drogas em forma de arte, o nome da banda era Buzz Buzzard e levava a proposta a serio, o trabalho da banda teve reconhecimentos, saiu em mátrias em jornais, mídia televisiva e falada, com 2 CDs e um Vídeo Clipe era o suficiente para conscientizar a massa jovem da população, o apoio foi muito importante, Leandro Papu teve a sua participação, pois ele que patrocinou a primeira gravação musical da banda, o material gráfico foi doado pela gráfica do Gregório Banar atualmente padrinho de casamento de Anderson Dias. Então Anderson Dias começa a amadurecer, percebe que a Dependência Química era uma tarefa difícil, desta forma inicia sua formação no curso de Conselheiro em Dependência Química, onde foi realizado pela OBRA (Organização Beneficente de Recuperação de Adictos), onde obteve muita experiência em relação ao assunto, e fez ótimas amizades, conheceu o Vice-Presidente do CEAD-RJ Aurélio Sente Fé e César Augusto Coordenador de Interiorização, assim conheceu muitas personalidades da área de Dependência Química como Murilo Asfora Presidente do CEAD-RJ, e no segmento começou a participar de curso e palestras para aprimorar-se na profissão. Uma oportunidade de estágio apareceu na AADQ (Associação dos Amigos dos Dependentes Químicos) onde estagiou com o máximo de dedicação, um ano foi o suficiente para perceber que o seu maior projeto estava nascendo, o MAD tornava-se Grupo Casas das Maquinas onde o auxilio aos jovens seria Poli Cultural a droga não seria mais lembrada como problema e sim como fatos não existentes na vida dos jovens assistidos, Arte, Esporte, Dança, Cultura, Educação e Cidadania era a chave da porta mágica existente na Casa das Maquinas, Com um anos de duração o projeto fechou as portas por falta de financiamento, mais o objetivo foi alcançado. Dando continuidade Anderson Dias não desistiu de trabalhar com o social, elaborou o Projeto Luzes, Câmera e Prevenção, onde falar de Arte seria a proposta inicial, então Anderson Dias teve a idéia de montar uma palestra de prevenção às drogas com uma roupagem nova, sua meta era atingir jovens de 8 a 18 anos, mais de maneira agradável e com uma boa receptividade, então veio o encontro Show Musical, a apresentação era em igrejas, associação de moradores e escolas onde com esquetes teatrais, shows de piadas e um violão, Anderson Dias falava de problemas como drogas e alcoolismo sem eles mesmos perceberem, no final a amizade entre Anderson Dias e os jovens era fenomenal, pois o poder de atrair jovens para a luta contra o uso de drogas tornava-se uma tarefa fácil e agradável. Anderson Dias não parava por ai, junto com seu amigo Estefano Anderson, lançava um programa numa radio rock na Zona Oeste, o nome do programa era A Gambiarra, 2 horas de animação, divertimento e informação o proposta do programa era divulgar tribos e culturas da região para o fim do pré-conceito, onde os alternativos eram viciados e maus elementos. No segmento da sua trajetória encontrou um velho amigo de infância (Marcius Jorge) e com ideais sócias iniciaram um projeto numa comunidade carente em Santíssimo na Zona Oeste, o projeto chamava-se Amigos da Arte, a proposta do projeto era levar arte e informação a lugares sem acesso e carentes de cultura, o projeto teve um ano de duração e terminou por motivos políticos, mais à frente Anderson Dias conheceu Jorge Roberto Machado de Oliveira Coordenador Executivo do CCCPD (Centro Cultural Comunitário Peixinho Dourado, onde centralizou o projeto Amigos da Arte para Sepetiba, onde hoje assiste 150 crianças da comunidade, com aula de Dança, Reforço Escolar, Capoeira, Judô, Desenho Técnico, Teatro e Violão, o projeto mesmo sem financiamento é organizado e é de utilidade publica, uma luta onde o à vontade de fazer por alguém e maior do que qualquer outra vontade. Desta forma o intuito de crescer é muito significativo na vida de Anderson Dias, conhecedor do espaço habitado percebeu que para mudar uma situação, era necessário conhecer a fundo o problema, desta forma identificou-se com o estudo da Geografia onde é obrigado a ser um estudioso da matéria para chegar bem ao social, dentro da instituição que faz sua graduação em Geografia, fala com orgulho das pessoas que mais lhe deram oportunidade de crescer profissionalmente, o Superintendente Professor Durval Neves e a Coordenadora de Ensino Professora Leda Noronha, ambos da Instituição FEUC (Fundação Educacional Unificada Campograndense), desta forma na mesma Instituição iniciou um projeto junto com seu amigo, Professor Valmar Neves em 1998, o ECA (Esporte, Cultura e Arte), onde o trabalho preventivo as drogas é a bandeira primordial, um projeto direcionado as crianças e adolescentes do CAEL (Colégio de Aplicação Emmanuel Leontsinis), a mistura de arte e educação e a formula exata para um bom relacionamento entre o aluno e o colégio, oficinas de artes como, Teatro, Cinema, Dança, Música e Esporte é o preenchimento final para o desenvolvimento do aluno. Anderson Dias estar firme com o mais novo projeto, o ACAZO (Associação Cultural Alternativa da Zona Oeste), um projeto direcionado a Zona Oeste do Rio de Janeiro, a implantação de um Pólo Cultural seria a responsabilidade de Anderson Dais com a população da região.
Anderson José da Silva Dias, assim nasce uma estrela para brilhar junto às pessoas desfavorecidas, que por um motivo qualquer não tiveram chance de acender o seu brilho, mais ela acredita que o sol nasce para todos.
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Políticos e Amigos
Um Jovem Chamado CHARUTO
Fábio Rodrigo da Silva, assim era registrado uma criança que nascia na tão imensa Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi obrigado a trabalhar muito cedo, e nas suas horas vagas dedicava-se aos esportes e aos estudos, tempo era privilégio nobre em sua humilde vida, mais o que tinha era administrado com muita responsabilidade, sempre com dificuldades colocava seus objetivos como meta, e como uma criança simples cultivava um pequeno sonho, um dia ser um grande Capoeirista, dedicava-se como se fosse a ultima chance oferecida em sua vida, mas como ironia do destino foi obrigado a largar o seu sonho, pois o fator trabalho não lhe proporcionaria mais tempo para a pratica da capoeira, mais o sonho não terminaria por ai, usava todo o tempo vago para a busca do conhecimento e aperfeiçoamento da capoeira, assim começava a pensar não somente em ser um bom capoeirista mas um bom educador, passar tudo que tinha aprendido para crianças e jovens e que estivessem passando o que ele também passou um dia, a tão malvada falta de oportunidade. Um dia foi convidado para passar suas férias na casa de seus primos no Município de Mangaratiba e foi um convite único, pois nunca mais saiu da cidade, desta forma procurou aprimorar o que já sabia em relação ao seu esporte, como um meteoro fez um grande numero de amigos e decidiu entrar de cabeça no mundo do social, pois sua meta era dar oportunidades de crescimento a crianças e jovem através da pratica da capoeira, se envolveu tanto no sonho que começou a dar aulas na areia da praia em Mangaratiba, o numero logo foi aumentando e chegou até mesmo ter 150 alunos somente em um turno, mas por motivo político foi obrigado a deixar suas crianças e seus planos, desta forma começou a fazer parte do Grupo Amigos da Arte que desenvolvia um projeto social no Rio de Janeiro, fez parte do grupo como professor de capoeira, e não satisfeito integrou-se em todos os núcleos do projeto, dando aula em Santíssimo, Campo Grande e Sepetiba e desta forma inserindo uma grande experiência dentro do trabalho social, e tornou-se produtor musical e acompanhando seu primo Anderson Dias começou a criar espaços e oportunidades para roqueiros e skatistas da Zona Oeste do Rio de Janeiro e juntando de corpo e alma com manifestos e movimentos culturais, projetos de sexualidade e prevenção as drogas, incentivo ao esporte e a cultura em geral.
Assim (CHARUTO) Fábio Rodrigo, começava sem mesmo saber que a política era o sangue que corria na sua veia, pois buscava melhorias e viabilizações para aquele mais necessitado, e desta forma posso falar com o maior orgulho que esse aquele garoto jovem sonhador, tornou-se cedo um grande homem de verdade.
Ajude O CHARUTO, pois esse merece a sua colaboração!
Os 10 Passos do CHARUTO 1-Implantação do 1ª Emprego através da Arte, Esporte e Cultura. 2-Implantação de Projetos Culturais e Esportivos nas praças, praias e colégios. 3-Implantação de uma Coordenadoria de apoio a Sexualidade, DST e AIDS e Prevenção as Drogas. 4-O incentivo a criação de campeonato de futebol e basquete para disputar campeonatos dentro do município e no Rio de Janeiro. 5-Incentivar a pratica de Projetos Culturais e Esportivo nos finais de semana com alimentação para as crianças. 6-Incentivo a agricultura, a pratica de criação mistas de aves, e mini-fazenda para o cultivo de varias espécies de animais. 7-Incentivar projetos para terceira idade e deficientes físicos nas praças e praias. 8-A criação de uma escola de música e um centro cultural municipalizado. 9-A implantação de um projeto de formação política nas escolas. 10- O incentivo a artistas e esportistas do Município. Para Vereador de Mangaratiba CHARUTO E para Prefeito Aarão 20
CHARUTO, ESSE CARA É MAIS DO QUE 10 É 17.111 / PSL E-mail: charuto17111@bol.com.br
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Rodrigo Quik - PSB - 40130
Ao longo dos últimos anos, diversos profissionais da cultura têm questionado o fato de o Rio de Janeiro estar se tornando uma cidade inviável de se conceber projetos de pequeno e médio porte. Ao mesmo tempo, constatou-se que nunca houve tantas produções milionárias na história da região. Após vários encontros, percebeu-se um grande responsável por esse desvio histórico: a (falta de) política pública cultural da prefeitura e a ignorância dos vereadores. Ao mesmo tempo, foi identificada a necessidade de organização por parte dos excluídos nesse processo.
Desde setembro, esse grupo, que hoje conta com cerca de mil dos mais atuantes agentes culturais da cidade, viu que são dezenas de milhares de pessoas sem representatividade política. Isso se deve não só pela falta de um projeto político de desenvolvimento da cultura local, mas também por falta de representação nos poderes legislativo e executivo.
Por isso foi criado o Manifesto da Cultura Independente Carioca, que visa o desenvolvimento de um projeto feito por artistas, produtores, formadores de opinião e platéia com a finalidade de definir um projeto político cultural independente e eleger um representante para sua defesa na Câmara Municipal, mostrando ao poder público que a cultura independente no Rio é qualitativa e numericamente representativa demais para a política ignorante, preconceituosa e truculenta que a prefeitura exerce.
A primeira fase foi constituir o projeto, cujo conceito central é a democratização das decisões culturais no Rio, seguindo um quarteto principal de ações, que são a criação do Conselho Municipal de Cultura, a transposição do projeto escrito para a prática das Lonas Culturais, a revisão de tudo o que envolve a lei do ISS de isenção fiscal e a ampliação do Espaço Manifesto.
Agora entramos na segunda fase do movimento, que é o de eleger um representante que responda e batalhe por tudo isso. Durante o processo, fui escolhido para dar voz e representatividade política na Câmara dos Vereadores aos projetos concebidos ao longo desses nove meses.
O que precisamos agora é da participação de todos os que almejam mudanças concretas na forma de se fazer política cultural no Rio, pois, ao contrário dos políticos já estabelecidos, não contamos com campanhas milionárias nem padrinhos do poder. Ao mesmo tempo, temos totais condições de eleger esse projeto.
O que quero dizer com todas essas constatações é que, se houver a união dos pequenos e médios profissionais da cultura e a democratização na discussão da política cultural com todos os setores da sociedade, o Rio vai voltar a ser a referência que era, quando repercutia nacional e internacionalmente, ajudava na formação do caráter e na educação dos jovens e empregava de maneira digna milhares de pessoas.
Os políticos da cidade precisam perceber que a indústria cultural chegou e que, se não a acompanharmos, ficaremos para trás. Ainda há tempo de resolver. E achamos que isso passa não apenas com a apresentação de um projeto, mas também com representação parlamentar, pois qualquer vereador poderia ter levantado essas questões e não o fez por pura falta de interesse.
Rodrigo Quik
Produtor cultural independente há 14 anos, coordenador do Manifesto da Cultura Independente Carioca, músico, jornalista, publicitário e ex presidente da AMES - Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro e do Grêmio do Colégio Pedro II - Centro.
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Partido: PSDB Nome: Alberto 'Turco Loco' Hiar Área de atuação: Não Específica Base eleitoral: São Paulo e região Telefone: (0xx11) 3886-6550/6551 Fax: (0xx11) 3884-4488 Sala: 2013 Email: turcoloco@al.sp.gov.br Histórico: Filho de imigrantes libaneses, Alberto Turco Loco Hiar é empresário na área de confecções dirigidas ao público jovem – suas grifes de bermudas, camisetas e tênis acompanham bandas de rock, hiphop, rap e reggae e praticantes de surf, lutadores de jiu-jitsu e de skate, entre outras modalidades – e atuou como apresentador de programas de rádio e TV dedicados aos esportes radicais e à música voltada aos jovens. Começou a carreira política como suplente de vereador em 1994 e reelegeu-se em 1996. Em 1998, foi eleito deputado estadual. Uma de suas iniciativas na Assembléia foi trazer jovens para debater temas pertinentes à juventude com especialistas e autoridades públicas, constituindo a Comissão Especial de Estudos sobre a Juventude. Em 2002, reelegeu-se com 86.467 votos.
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